O Observador escolheu os melhores livros de 2018

Os jornalistas e colaboradores do Observador escolheram os melhores livros de 2018. No que diz respeito à literatura, a lista é variada e não se restringe a obras de ficção.

A obra de Filipe Montalto Arquipatologia. Tratados I-IX, que conta um trabalho de tradução comentada de três latinistas, entre eles a investigadora do IELT Inês de Ornellas e Castro, foi destacada. Arquipatologia é a primeira grande tentativa de sistematização da doença mental. A obra aborda ainda a relação entre doença mental e sintomas físicos e faz uma abordagem totalmente nova da dor, que descreve como algo que não é apenas físico mas que está também ligado à imaginação e à sensibilidade.

Esta obra coordenada por Adelino Cardoso, pelo psiquiatra José Morgado Pereira e por Manuel Silvério Marques, depois de no Jornal de Letras ter saído um estimulante artigo de Hélder Macedo sobre esta tradução e a sua importância para a cultura portuguesa, foi a vez de a jornalista do Observador Joana Emídio Marques inclui-la nos livros do ano. 

As restantes obras escolhidas podem ser consultadas aqui.

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