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Rui Zink: «Não aprecio os escritores que resolvem apagar as influências»

Novembro 2012

Rui Zink (n. 1961) tem uma posição bastante idiossincrática quanto aos roubos literários. Começa por dizer que «é imoral, quando estamos a copiar desalmadamente». Até aqui, tudo normal. A justificação é que é particularmente curiosa: «Porque [o roubo] cria um padrão de excelência que os outros não podem alcançar. Quem copia faz sempre coisas melhores. Depois a minha mãe vem perguntar-me: "Porque é que não és um génio como aquele senhor?"»