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LU.GAR. OCULTO

LU.GAR OCULTO: Memória, eco-ativismo e arte é um programa artístico e comunitário produzido pela Memória Imaterial (cooperativa cultural) com o financiamento do Ministério da Cultura em parceria com o IELT – Instituto de Estudos de Literatura e Tradição da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e apoio do Município de Alenquer.

Este programa apresenta duas exposições em 2018 onde os temas  “água” e “rio” são o estímulo central de criação. Estas exposições, recorrendo à escultura, pintura, multimédia e teatro, refletem a memória viva dos habitantes de Alenquer e as preocupações do nosso tempo. 

Ilusões de futuro, pesadelos do presente
[
Alenquer, 20, 21 e 22 de setembro, Parque Vaz Monteiro]

Perto do rio mostra-se a maquete de um icebergue cuja altura relembra as cheias de 1967. Ao lado, um bloco de gelo derrete. Em vários monitores de vídeo corre informação sobre a complexidade de ameaças, problemas e desafios, decorrentes das alterações climáticas, com a qual a humanidade doravante se confrontará, a nível local e global.

Sinal de premonição face à inconveniente verdade da crise climática? Os pesadelos do presente foram originados por ilusões de futuro. A maquete de icebergue anuncia, no presente, uma eventual inexistência de futuro caso a humanidade mantenha os atuais padrões predatórios de consumo e exploração dos recursos naturais para sustentar irresponsáveis estilos de vida.

As sessões de narração de Ana Sofia Paiva, dedicadas ao tema, têm a duração de 30 minutos e falam/cantam o legado cultural português, repleto de lendas e contos que nos ensinam a importância da água na vida.

Memória das Águas
[
Alenquer, 27, 28 e 29 de setembro, Lavadouro do Lugar das Águas]

No Lugar das Águas, devoluto palco de convívio assistido pelo murmúrio ininterrupto do rio, o lavadouro torna-se temporariamente o lugar de concentração e confluência de memórias silenciadas. Instalação em torno da relação de Alenquer com o rio.

Contrapartida de modernidade prometida em troca de um rio roubado, o lavadouro reúne as memórias individuais de histórias e vivências do lugar e do rio; as memórias de um rio inexistente, rio fantasma, recurso apropriado para ficções e imaginações, em contraste com a realidade material e sonora da água. Imagem do tempo e da consciência, um rio imaginário que se constitui com todas estas memórias que passam e se transformam com a passagem do tempo.

As sessões de narração de António Fontinha, dedicadas ao tema, têm a duração de 30 minutos e falam do legado cultural português, repleto de lendas e contos que nos ensinam a importância da água na vida.

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Horário das exposições: 11h – 22h
Sessões de contos: 11h30, 14h30, 17h30

O projeto foi desenhado de modo a criar pontos de interação com o público escolar, estimulando o diálogo em redor de temas ambientais e artísticos atuais.

Visitas para escolas e outros grupos organizados: 11h – 17h. Inscrição prévia online em aqui ou telefone 961502105. Mais informações aqui.

 

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