Golgona Anghel

Licenciou-se em 2003 em Estudos Portugueses e Espanhóis na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde, mais tarde, iria concluir o Doutoramento (2009) em Literatura Portuguesa Contemporânea. Desde 2009, desenvolve a sua atividade de investigação no âmbito de um projeto de Pós-Doutoramento, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Publicou vários livros de ensaio — Eis-me acordado muito tempo depois de mim, uma biografia de Al Berto (Quasi Edições, 2006), Cronos decide morrer, viva Aiôn, Leituras do tempo em Al Berto (Língua Morta, 2013) e preparou uma edição diplomática dos Diários do poeta Al Berto (Assírio & Alvim, 2012). Com uma mão numa salada de ovas de bacalhau e outra numa caneta de tinta permanente, escreve, hoje, sem trégua, espalha doenças, alimenta casos perdidos, parte os dentes dos curiosos passageiros. Tudo isto está devidamente registado em Vim porque me pagavam, (Mariposa Azual, 2011), Como uma flor de plástico na montra de um talho (Assírio & Alvim, 2013, Prémio Pen Club Português de Poesia), Nadar na piscina dos pequenos (Assírio & Alvim, 2017). [Produção científica do investigador]